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Angra 3 – artigo cita levantamento do #Escolhas e aponta ser inviável retomar as obras

Em artigo publicado no jornal Valor Econômico, cujo título – Energia nuclear, desnecessária e economicamente inviável -, Clauber Leite, pesquisador em Energia e Consumo Sustentável do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) escreveu que o desejo do governo federal de levar a cabo a retomada das obras de Angra 3 para inaugurá-la em 2026 gera preocupações. Em sua opinião, os custos são excessivos e ele pode representar uma transferência de renda indevida dos consumidores de energia aos acionistas da Eletrobras, controladora da Eletronuclear, empresa responsável pela energia nuclear no país.

Ainda sobre os custos dessa intenção do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o autor acrescenta que a energia de Angra 3 é a mais cara entre todas as opções disponíveis, citando o recente levantamento realizado no final de 2018 do Instituto Escolhas em parceria com a consultoria PSR. A pesquisa considera critérios objetivos (valor da obra, custo fixo de operação, subsídios e prêmio ambiental), e mostra que a energia a ser produzida pela usina teria custo superior de termelétricas a gás natural e de fontes renováveis. Mais, indica que, se o governo desistisse de concluí-la, desmontasse o que já foi feito e substituísse a potência da planta por parques solares no Sudeste, haveria uma economia de R$ 12,5 bilhões em um período de 35 anos.

O levantamento sobre Angra 3 faz parte do estudo do #Escolhas chamado Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil?

Acesse o Relatório Angra 3 aqui.

Fonte: Valor Econômico – Energia nuclear, desnecessária e economicamente inviável