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Esta biblioteca virtual é uma parceria do Instituto Escolhas com o Insper, replicada nos sites das duas instituições.

Imposto Territorial Rural: justiça tributária e incentivos ambientais

O estudo foi idealizado pelo Instituto Escolhas e realizado em parceria com o Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (GeoLab) e Grupo de Políticas Públicas (GPP) da Esalq/USP, o economista Bernard Appy e o jurista Carlos Marés. O objetivo do estudo é propor a atualização dos parâmetros para cobrança do Imposto Territorial Rural (ITR), com a revisão da Tabela de Lotação da Pecuária e elaboração de uma nova regulamentação do imposto, em especial para resolver os conflitos hoje existentes entre o ITR e a legislação ambiental. Além disso, o estudo apresenta simulação de cenários de implementação dessas propostas que permitem avaliar o impacto na arrecadação do imposto.

 

Imposto Territorial Rural: justiça tributária e incentivos ambientais – Sumário Executivo

O estudo foi idealizado pelo Instituto Escolhas e realizado em parceria com o Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (GeoLab) e Grupo de Políticas Públicas (GPP) da Esalq/USP, o economista Bernard Appy e o jurista Carlos Marés. O objetivo do estudo é propor a atualização dos parâmetros para cobrança do Imposto Territorial Rural (ITR), com a revisão da Tabela de Lotação da Pecuária e elaboração de uma nova regulamentação do imposto, em especial para resolver os conflitos hoje existentes entre o ITR e a legislação ambiental. Além disso, o estudo apresenta simulação de cenários de implementação dessas propostas que permitem avaliar o impacto na arrecadação do imposto.

 

Morar Longe: O programa Minha Casa Minha Vida e a expansão das Regiões Metropolitanas

O estudo é uma realização do Instituto Escolhas em parceria com o Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas (CEPESP/EAESP/EESP) com apoio da Fundação Tide Setubal. O objetivo do estudo é investigar se o MCMV contribuiu para a expansão urbana e, com isso, para o agravamento dos problemas das metrópoles brasileiras tais como: a deterioração das áreas centrais, população residindo em áreas com pouca infraestrutura de serviços públicos e distante dos locais de trabalho, afetando a mobilidade urbana. Foram avaliadas 20 regiões metropolitanas: Belém, Belo Horizonte, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Santos, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória.

Morar Longe: O programa Minha Casa Minha Vida e a expansão das Regiões Metropolitanas – Sumário Executivo

O estudo é uma realização do Instituto Escolhas em parceria com o Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas (CEPESP/EAESP/EESP) com apoio da Fundação Tide Setubal. O objetivo do estudo é investigar se o MCMV contribuiu para a expansão urbana e, com isso, para o agravamento dos problemas das metrópoles brasileiras tais como: a deterioração das áreas centrais, população residindo em áreas com pouca infraestrutura de serviços públicos e distante dos locais de trabalho, afetando a mobilidade urbana. Foram avaliadas 20 regiões metropolitanas: Belém, Belo Horizonte, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Santos, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória.

Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil? – Sumário Executivo

Estudo coordenado pelo Instituto Escolhas com a execução técnica das equipes da PSR Consultoria e HPPA. Apresenta metodologia inédita que calcula o custo total da geração de energia no Brasil por meio da avaliação e da valoração dos atributos de cinco componentes para cada fonte de geração prevista no Plano Decenal de Energia (PDE) 2026.

Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil?

Estudo coordenado pelo Instituto Escolhas com a execução técnica das equipes da PSR Consultoria e HPPA. Apresenta metodologia inédita que calcula o custo total da geração de energia no Brasil por meio da avaliação e da valoração dos atributos de cinco componentes para cada fonte de geração prevista no Plano Decenal de Energia (PDE) 2026. O relatório completo contém quatro partes:

Caderno Principal

Caderno Custos de Infraestrutura

Caderno de Geração

Caderno de Subsídios e Custos de Emissão de CO2

Apresentação – Lançamento estudo

Custos e Benefícios de Angra 3

 

Mobilidade Urbana & Baixo Carbono

Pesquisa de opinião sobre mobilidade urbana e baixo carbono adaptada de versão americana promovida pela Oil Transportation Research and Intelligence Network. Realizada pela Ideia Big Data e encomendada pelo Instituto Clima e Sociedade em parceria com o Instituto Escolhas, a pesquisa foi executada em outubro de 2017 e ouviu 3.000 pessoas em todo Brasil. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas pessoais aplicadas via telefone. A margem de erro é de aproximadamente 2,25 pontos percentuais para mais ou para menos dos resultados encontrados no total da amostra, com intervalo de confiança de 95%.

Precificação da água virtual para o Brasil e suas unidades da federação

Palavras-Chave: Precificação da água virtual; Valoração da água
Autor(es): Jaquelini Gisele Gelain, Elis Braga Licks e Alexandre Nunes de Almeida
Ano: 2017

Resumo: O objetivo principal do estudo foi precificar a água virtual – água presente no processo produtivo de qualquer produto. Para tanto fez-se a revisão da literatura sobre precificação de água e optou-se por utilizar como parâmetro de preços, os valores cobrados pelo uso dos recursos hídricos, uma vez que existe essa cobrança em alguns Estados brasileiros. O valor médio encontrado para o País foi R$ 0,01004/m³. Para os Estados apurou-se o maior valor, R$ 0,02301/m³, em São Paulo e o menor valor, R$ 0,00040/m³, nos estados pertencentes à Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Pernambuco e Sergipe).

Volume e valor da água virtual exportada através da soja pela região Sul do Brasil

Palavras-Chave: Região Sul; Exportação de água virtual; Exportação de soja
Autor(es): Jaquelini Gisele Gelain, Elis Braga Licks, Alexandre Nunes de Almeida e Márcia Istake
Ano: 2017

Resumo: O objetivo do estudo foi estimar o volume e o valor da água virtual presente na exportação de soja da região Sul do Brasil, no período de 2011 a 2016. Apurou-se que, em toneladas, houve aumento de 27,86% e, em termos monetários, US$, o aumento foi de 2,64%, comparando-se os períodos final e inicial. Quanto à água virtual, foram exportados 318.647,206 milhões de m³ de água. Sobre o volume de água virtual exportada, o aumento foi de 29,38%. O valor total implicitamente exportado com a água virtual foi R$ 3.186.472.061,06, representando um aumento de 29,38% no valor total dessa água.

Qual o impacto do desmatamento zero no Brasil?

Estudo coordenado por Sergio Leitão e Lígia Vasconcellos (Instituto Escolhas), com análise biofísica e de uso da Terra de Gerd Sparovek, Vinícius Guidotti (Geolab – Esalq/USP) e Luiz Fernando Guedes Pinto (Imaflora). Análise econômica por Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho (Esalq-USP), buscou responder qual o impacto econômico e social de zerar o desmatamento no Brasil.

Qual o impacto do desmatamento zero no Brasil? – Sumário Executivo

Estudo coordenado por Sergio Leitão e Lígia Vasconcellos (Instituto Escolhas), com análise biofísica e de uso da Terra de Gerd Sparovek, Vinícius Guidotti (Geolab – Esalq/USP) e Luiz Fernando Guedes Pinto (Imaflora). Análise econômica por Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho (Esalq-USP), buscou responder qual o impacto econômico e social de zerar o desmatamento no Brasil.

Qual o Impacto de Zerar as Emissões do Setor Elétrico no Brasil? – Sumário Executivo

Estudo coordenado por Lígia Vasconcellose Shigueo Watanabe Jr., do Instituto Escolhas, e elaborado por William Wills, da EOS Estratégia & Sustentabilidade, buscou responder qual é o impacto econômico, social e ambiental para o Brasil em cumprir a sua obrigação com a Convenção do Clima e, mais ainda, zerar suas emissões no setor elétrico até 2050.