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Setor Elétrico: como precificar a água em um cenário de escassez – Sumário Executivo

Idealizado pelo Instituto Escolhas e elaborado pela PSR Consultoria e Soluções em Energia, o estudo analisa três casos envolvendo situações de escassez hídrica nas bacias dos rios São Francisco e Jaguaribe – e os recentes problemas envolvendo usinas termelétricas – e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os resultados e as metodologias propostas são o ponto de partida para o debate sobre a necessidade de estabelecer a água como insumo e sobre a adoção de mecanismos de preço. O objetivo é apresentar as ferramentas que possam contribuir na construção de políticas públicas para mitigar a disputa pela água e evitar impactos na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), com prejuízos bilionários à economia nacional e o consequente repasse ao consumidor, por meio de aumentos na conta de luz.

Setor Elétrico: como precificar a água em um cenário de escassez

Idealizado pelo Instituto Escolhas e elaborado pela PSR Consultoria e Soluções em Energia, o estudo analisa três casos envolvendo situações de escassez hídrica nas bacias dos rios São Francisco e Jaguaribe – e os recentes problemas envolvendo usinas termelétricas – e a Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os resultados e as metodologias propostas são o ponto de partida para o debate sobre a necessidade de estabelecer a água como insumo e sobre a adoção de mecanismos de preço. O objetivo é apresentar as ferramentas que possam contribuir na construção de políticas públicas para mitigar a disputa pela água e evitar impactos na operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), com prejuízos bilionários à economia nacional e o consequente repasse ao consumidor, por meio de aumentos na conta de luz.

Apresentação – Lançamento estudo

Uma nova economia para o Amazonas: Zona Franca de Manaus e Bioeconomia – Sumário Executivo

Estudo idealizado pelo Instituto Escolhas, coordenado por Sergio Leitão, e elaborado por Gabriel Kohlmann, gerente de Políticas Públicas da Prospectiva, e pelo economista Carlos Manso, especialista em desenvolvimento regional, identificou quatro eixos de oportunidades para diversificar a atividade econômica e impulsionar o desenvolvimento sustentável do Amazonas. O documento apresenta os fatores críticos de sucesso, as condicionantes para alavancar a bioeconomia no estado e demonstra que, com investimentos públicos e privados de R$ 7,15 bilhões em infraestrutura, ao longo de dez anos, é possível criar 218 mil empregos diretos e indiretos.

 

Uma nova economia para o Amazonas: Zona Franca de Manaus e Bioeconomia

Estudo idealizado pelo Instituto Escolhas, coordenado por Sergio Leitão, e elaborado por Gabriel Kohlmann, gerente de Políticas Públicas da Prospectiva, e pelo economista Carlos Manso, especialista em desenvolvimento regional, identificou quatro eixos de oportunidades para diversificar a atividade econômica e impulsionar o desenvolvimento sustentável do Amazonas. O documento apresenta os fatores críticos de sucesso, as condicionantes para alavancar a bioeconomia no estado e demonstra que, com investimentos públicos e privados de R$ 7,15 bilhões em infraestrutura, ao longo de dez anos, é possível criar 218 mil empregos diretos e indiretos.

Apresentação – Estudo

Imposto Territorial Rural: justiça tributária e incentivos ambientais

O estudo foi idealizado pelo Instituto Escolhas e realizado em parceria com o Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (GeoLab) e Grupo de Políticas Públicas (GPP) da Esalq/USP, o economista Bernard Appy e o jurista Carlos Marés. O objetivo do estudo é propor a atualização dos parâmetros para cobrança do Imposto Territorial Rural (ITR), com a revisão da Tabela de Lotação da Pecuária e elaboração de uma nova regulamentação do imposto, em especial para resolver os conflitos hoje existentes entre o ITR e a legislação ambiental. Além disso, o estudo apresenta simulação de cenários de implementação dessas propostas que permitem avaliar o impacto na arrecadação do imposto.

 

Imposto Territorial Rural: justiça tributária e incentivos ambientais – Sumário Executivo

O estudo foi idealizado pelo Instituto Escolhas e realizado em parceria com o Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (GeoLab) e Grupo de Políticas Públicas (GPP) da Esalq/USP, o economista Bernard Appy e o jurista Carlos Marés. O objetivo do estudo é propor a atualização dos parâmetros para cobrança do Imposto Territorial Rural (ITR), com a revisão da Tabela de Lotação da Pecuária e elaboração de uma nova regulamentação do imposto, em especial para resolver os conflitos hoje existentes entre o ITR e a legislação ambiental. Além disso, o estudo apresenta simulação de cenários de implementação dessas propostas que permitem avaliar o impacto na arrecadação do imposto.

 

Morar Longe: O programa Minha Casa Minha Vida e a expansão das Regiões Metropolitanas

O estudo é uma realização do Instituto Escolhas em parceria com o Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas (CEPESP/EAESP/EESP) com apoio da Fundação Tide Setubal. O objetivo do estudo é investigar se o MCMV contribuiu para a expansão urbana e, com isso, para o agravamento dos problemas das metrópoles brasileiras tais como: a deterioração das áreas centrais, população residindo em áreas com pouca infraestrutura de serviços públicos e distante dos locais de trabalho, afetando a mobilidade urbana. Foram avaliadas 20 regiões metropolitanas: Belém, Belo Horizonte, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Santos, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória.

Morar Longe: O programa Minha Casa Minha Vida e a expansão das Regiões Metropolitanas – Sumário Executivo

O estudo é uma realização do Instituto Escolhas em parceria com o Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas (CEPESP/EAESP/EESP) com apoio da Fundação Tide Setubal. O objetivo do estudo é investigar se o MCMV contribuiu para a expansão urbana e, com isso, para o agravamento dos problemas das metrópoles brasileiras tais como: a deterioração das áreas centrais, população residindo em áreas com pouca infraestrutura de serviços públicos e distante dos locais de trabalho, afetando a mobilidade urbana. Foram avaliadas 20 regiões metropolitanas: Belém, Belo Horizonte, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Santos, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória.

Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil? – Sumário Executivo

Estudo coordenado pelo Instituto Escolhas com a execução técnica das equipes da PSR Consultoria e HPPA. Apresenta metodologia inédita que calcula o custo total da geração de energia no Brasil por meio da avaliação e da valoração dos atributos de cinco componentes para cada fonte de geração prevista no Plano Decenal de Energia (PDE) 2026.

Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil?

Estudo coordenado pelo Instituto Escolhas com a execução técnica das equipes da PSR Consultoria e HPPA. Apresenta metodologia inédita que calcula o custo total da geração de energia no Brasil por meio da avaliação e da valoração dos atributos de cinco componentes para cada fonte de geração prevista no Plano Decenal de Energia (PDE) 2026. O relatório completo contém quatro partes:

Caderno Principal

Caderno Custos de Infraestrutura

Caderno de Geração

Caderno de Subsídios e Custos de Emissão de CO2

Apresentação – Lançamento estudo

Custos e Benefícios de Angra 3

 

Mobilidade Urbana & Baixo Carbono

Pesquisa de opinião sobre mobilidade urbana e baixo carbono adaptada de versão americana promovida pela Oil Transportation Research and Intelligence Network. Realizada pela Ideia Big Data e encomendada pelo Instituto Clima e Sociedade em parceria com o Instituto Escolhas, a pesquisa foi executada em outubro de 2017 e ouviu 3.000 pessoas em todo Brasil. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas pessoais aplicadas via telefone. A margem de erro é de aproximadamente 2,25 pontos percentuais para mais ou para menos dos resultados encontrados no total da amostra, com intervalo de confiança de 95%.

Qual o impacto do desmatamento zero no Brasil?

Estudo coordenado por Sergio Leitão e Lígia Vasconcellos (Instituto Escolhas), com análise biofísica e de uso da Terra de Gerd Sparovek, Vinícius Guidotti (Geolab – Esalq/USP) e Luiz Fernando Guedes Pinto (Imaflora). Análise econômica por Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho (Esalq-USP), buscou responder qual o impacto econômico e social de zerar o desmatamento no Brasil.