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Convergência multissetorial na emissão de gases do efeito estufa

O artigo estima um painel dinâmico multissetorial para testar a hipótese de convergência na emissão per capita de gases do efeito estufa, que tornou-se possível com a publicação recente da World Input Output Database. A estratégia empírica emprega estimadores convencionais de efeitos aleatórios e fixos, e também um GMM de Arellano e Bond (1991) para os principais poluentes relacionados ao efeito estufa. Encontramos fortes evidências de convergência na emissão de CH4 em setores ligados a agropecuária, indústria de alimentos e serviços. Em relação a emissão de CO2, encontramos evidências moderadas na agropecuária e indústria de alimentos, na transformação de bens não duráveis e serviços. Em todos os casos, o tempo de convergência foi inferior a dez anos. Para a emissão de CO2 por uso de energia, a maior fonte do efeito estufa, encontramos evidência moderada apenas no setor da indústria extrativa. Todos os demais poluentes apresentaram evidências fracas ou ausência de evidências.

Quanto o Brasil precisa investir para recuperar 12 milhões de hectares de florestas? – Sumário Executivo

Estudo coordenado por Roberto Kishinami e Shigueo Watanabe Jr, realizado a pedido da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, a qual encomendou a equipes multidisciplinares do Instituto Escolhas e do Centro de Estudos da Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) a construção de cenários da realidade brasileira capazes de englobar três grandes compromissos elencados pelo Brasil em sua NDC.

 

Quanto o Brasil precisa investir para recuperar 12 milhões de hectares de florestas?

Estudo coordenado por Roberto Kishinami e Shigueo Watanabe Jr, realizado a pedido da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, a qual encomendou a equipes multidisciplinares do Instituto Escolhas e do Centro de Estudos da Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) a construção de cenários da realidade brasileira capazes de englobar três grandes compromissos elencados pelo Brasil em sua NDC.

Impactos Econômicos e Sociais da Tributação do Carbono no Brasil

EQUIPE ESCOLHAS, coordenada por ROBERTO KISHINAMI, com orientação de BERNARD APPY e cálculos de emissões de CO2 de SHIGUEO WATANABE JR. Impactos Econômicos e Sociais da Tributação do Carbono no Brasil. SUMÁRIO EXECUTIVO.

Taxação Sobre Carbono, Competitividade e Correção de Distorções do Sistema Tributário: Impactos na Economia Brasileira

EQUIPE ESCOLHAS, coordenada por ROBERTO KISHINAMI, com orientação de BERNARD APPY e cálculos de emissões de CO2 de SHIGUEO WATANABE JR. Taxação Sobre Carbono, Competitividade e Correção de Distorções do Sistema Tributário: Impactos na Economia Brasileira. São Paulo, novembro de 2015. Estudo de alternativa de adoção de uma Taxa de Carbono de U$ 36/tCO2e sobre os combustíveis fósseis no Brasil, focado na manutenção da neutralidade tributária.

Valuing Air Quality Using Happiness Data: The Case of China (Valorização da qualidade do ar usando dados de felicidade: o caso da China – Tradução Livre)

Este trabalho estima o valor monetário de corte PM2.5, a principal fonte de poluição do ar na China. Ao combinar a felicidade hedonista em uma pesquisa nacional representativa com os dados de qualidade do ar diariamente, de acordo com as datas exatas e locais de entrevistas na China, somos capazes de estimar a relação entre a concentração local de partículas e felicidade individual. Mantendo a felicidade constante, calcula-se a compensação da relação entre a redução de partículas em suspensão e renda, essencialmente uma medida baseada na felicidade da vontade para atenuar a poluição do ar.

The Effect of Pollution on Worker Productivity: Evidence from Call-Center Workers in China (O efeito da poluição na produtividade do trabalhador: evidência de funcionários de Call Centers na China – Tradução Livre)

Estudo traz o efeito da poluição na produtividade do trabalhador no setor de serviços, centrando-se nos chamados call centers na China. Os resultados apontam que os níveis mais elevados de poluição do ar diminuem a produtividade do trabalhador. Estes resultados se manifestam em níveis comumente encontrados de poluição nas grandes cidades em todo o mundo em desenvolvimento e desenvolvido, sugerindo que estes tipos de efeitos são suscetíveis de aplicação ampla. É possível dizer que quando estes efeitos se decompõem, a diminuição da produtividade é explicada pelo aumento do tempo gasto em pausas em vez da duração das chamadas de telefone. Este é o primeiro estudo que demonstra que os impactos negativos da poluição na produtividade ultrapassam tarefas para o trabalho interno.

Mobilidade dos fatores primários e seus efeitos sobre o crescimento econômico e o bem-estar gerados pelo crédito rural nas regiões brasileiras

O presente trabalho investiga os efeitos da mobilidade dos fatores produtivos sobre o crescimento econômico e o bem estar social gerados pela política de Equalização das Taxas de Juros (ETJ) ao setor agrícola nas regiões brasileiras. Todos os resultados da pesquisa são apresentados com os sinais trocados a fim de se obter os efeitos da política de ETJ e do crédito gerado por essa política na economia. Os resultados revelam crescimento do PIB nas regiões brasileiras menor que o custo da política. Portanto, a política de ETJ, em termos de geração de crescimento econômico, apresenta taxa de retorno negativa.