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Por que o Minha Casa Minha Vida levou as pessoas para longe?

O Jornal Nexo divulgou artigo do Dir. Executivo do Instituto Escolhas, Sergio Leitão, sobre o mais recente estudo lançado acerca do programa Minha Casa Minha Vida. De acordo com ele, o programa fez o movimento correto ao oferecer mais moradia à população de baixa renda, mas cometeu os pecados relacionados a infraestrutura e expansão das cidades.

O número de unidades construídas é o mesmo feito em 22 anos (entre 1964 e 1986) pelo Banco Nacional de Habitação (o BNH), no período da ditadura militar. Além disso, repetiu-se também os erros do passado ao reproduzir um modelo de habitação popular que empurra os mais pobres para além das periferias das cidades, em regiões com deficiências na oferta de infraestrutura, transporte público e emprego.

Desde o início de sua implementação, o arranjo institucional do Minha Casa Minha Vida é criticado por não estabelecer exigências no que diz respeito ao local de construção das unidades habitacionais e oferta de serviços de qualidade. Por isso, o Instituto Escolhas e o Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas, com apoio da Fundação Tide Setubal, resolveram investigar o impacto do programa na expansão urbana e seus efeitos sobre as metrópoles brasileiras.

FORNECER MORADIA DIGNA EM UM AMBIENTE QUE PROMOVA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO, CAPAZ DE GERAR ASCENSÃO SOCIAL, DEVE SER O PRINCIPAL OBJETIVO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE HABITAÇÃO.

Leia na íntegra aqui:

Por que o Minha Casa Minha Vida levou as pessoas para longe?

Conheça também o estudo completo aqui no site do #Escolhas